Estudantes do 7° ano, da Escola Municipal de Balbina, localizada no município de Presidente Figueiredo, a 107 km de Manaus participaram de aula prática sobre a morfologia do peixe. A aula ocorreu na Estação de Piscicultura de Balbina nesta segunda-feira, 6.

A Estação de Piscicultura de Balbina é considerada o Centro de Capacitação, tecnologia, treinamento e pesquisa em reprodução de peixe na área de piscicultura do Estado do Amazonas.

Anualmente, a unidade recebe mais de 400 pessoas entre alunos e pesquisadores interessados em estudos e aulas práticas sobre a criação e reprodução de peixes. A Estação é coordenada pela Secretaria de Produção Rural do Amazonas (Sepror), por meio da Secretaria Executiva de Pesca e Aquicultura do Amazonas (Sepa).

De acordo com o gerente do Centro, José Baracho a atividade prática dos alunos oportunizou o conhecimento cientifico e a dinamização dos conteúdos da disciplina de ciências, tornando um assunto mais atrativo e curioso para os estudantes através dos laboratórios da Estação.

“Os alunos tiveram aula prática sobre a morfologia do peixe, viram o peixe vivo, conheceram a espécie por fora e por dentro e tiveram a oportunidade de alimentar os alevinos de matrinxã em um dos viveiros de alevinagem da Estação”, comentou.

A Estação de Piscicultura de Balbina já é considerada uma das maiores produtoras de alevinos do Brasil. De lá saem alevinos e pós-larva para todo o Estado. Em 2016 foram produzidas 16 mil pós-larvas entre tambaqui, pirapitinga e matrinxã e de alevinos das mesmas espécies 1.1600.00.

Na estação são feitos todos os procedimentos para a reprodução de peixe em cativeiro. Nas incubadoras, uma espécie de berçário de alevinos, os ovos são fecundados para virarem larvas e pós-larvas, até transformarem-se nos filhotes e serem transferidos para tanques onde atingirão o tamanho necessário a serem entregues aos produtores.