Campanha de erradicação da febre aftosa 2016

 

  • A primeira etapa da campanha de combate a Febre Aftosa no Amazonas aconteceu  do dia 15 de março ao dia 30 de Abril, atendendo 41 municípios do baixo e médio Amazonas, além da capital e cidades do entorno.
  • Em um resultado preliminar da campanha pelo menos 459.156  animais foram  imunizados.  Totalizando 91,44% dos animais existentes nos 41 municípios, segundo dados da ADAF.
  • É importante frisar a declaração da vacina. A imunização terminou no dia 30 de abril, mas a declaração/confirmação da vacinação pôde ser feita até o dia 15 de maio nos escritórios do IDAM e da ADAF local.
  • O preço da vacina variava de R$ 1,50 a R$ 2,20. As vacinas revendidas pelo IDAM custam R$ 1,50 a unidade.
  • A segunda etapa da vacinação iniciou em 1º de maio  e encerrou no dia 30 do mesmo mês no restante dos 21 municípios do Sul do Amazonas – responsável por mais de 60% de todo rebanho estadual. O total de animais vacinados será divulgado em breve pelo médicos veterinários da ADAF, responsáveis pela campanha de vacinação.

PRÓXIMA ETAPA

A Segunda fase da campanha de vacinação volta ocorrer a partir de julho deste ano, com o mesmo sistema de organização da primeira fase da campanha. Os primeiros 41 municípios receberão a segunda dose da vacina a partir de 15/07/2016 ao dia 31/08/2016, tendo até o dia 15/09/2016 para apresentar a notificação de vacina dos animais. A Segunda parte da campanha, que abrange o restante dos 21 municípios do Estado, deve iniciar o quadro de vacinação a partir do dia 01 à 30/11/16, devendo notificar a vacina até o dia 15/12/2016.

 

IMPORTÂNCIA:

  • Ao alcançar o status de livre da aftosa, o Amazonas incrementa todo País no cenário comercial internacional de exportação de carne, praticamente sem barreiras, garantindo maiores vendas para a carne e outros derivados da pecuária.
  • Livre da Aftosa abre-se as fronteiras do Estado para a comercialização de nossos produtos.
  • O Amazonas consegue trazer animais geneticamente melhorados – impulso para a economia local.

 

BARREIRAS SANITÁRIAS:

  • O controle da febre aftosa no Amazonas é feito também através de barreiras sanitárias e comerciais fixas ou móveis. Com elas se evita maiores riscos por conta do trânsito de animais, possivelmente afetados.

 

BENEFÍCIO ECONÔMICO:

  • Livre da Aftosa o Amazonas adquire, automaticamente, valor agregado a todos os produtos de origem animal. A arroba do boi sobe 15%, por exemplo, ganha um aumento de até 15% no valor de mercado local. Vale salientar que o Brasil está entre os três maiores exportadores de carne do mundo.

 

TRABALHO CONTÍNUO:

  • O Amazonas, Roraima e o Amapá ainda não são livres da Aftosa sem o item da vacinação. Além das campanhas sazonais, o Governo mantém seus técnicos em alerta para aqueles produtores que não vacinaram seus rebanhos em períodos estabelecidos pelo calendário.
  • O Amazonas possui atualmente 4 municípios com status sanitário livre de aftosa reconhecido internacionalmente (com vacinação)
  • Boca do Acre, Guajará, Sul de Lábrea e Sul de Canutama.
  • O Amazonas possui o status de médio risco, segundo o Mapa. Em novembro vamos receber uma auditoria. Passando nessa auditoria a Estado recebe o reconhecimento nacional de área livre da aftosa.
  • Em 15 municípios do Estado, onde há maior concentração de animais, a Vacina é Comercializada nas Casas Agropecuárias.

 

TRABALHO CONJUNTO:

  • A estratégia do Governo é Reunir diversos atores: Sindicatos, Associação de Pecuaristas, Federação da Agricultura, Prefeituras Municipais, órgãos do Estado. A finalidade trabalhar em conjunto pela sanidade animal.

 

COMÉRCIO DE DERIVADOS:

  • Livre da Aftosa o comércio local também lucra com os derivados como o leite e o queijo. Assim esses produtos podem ser vendidos em grandes redes atacadistas que só revendem produtos com certificação sanitária.

 

MAIORES REBANHOS:

  • O maior rebanho do Amazonas está localizado nos municípios de Boca do Acre, Apuí, distrito de Santo Antônio de Matupi, Humaitá, Parintins, Nhamundá, Barreirinha, Maués, Boa Vista do Ramos e Itacoatiara.
  • Estima-se que a pecuária represente 2,5% do PIB estadual, numa parcela de 8% de todo setor primário.

 

INFORMES COMPLEMENTARES:

Barreiras Sanitárias:

  • Barreiras são escritórios da ADAF que funcionam 24hs fiscalizando embarcações e transportes que contém animais ou produtos de origem animal a fim de controlar/evitar a entrada e circulação de doenças de origem animal e vegetal.
  • Existem dois tipos de barreiras, as fixas e as volantes. As fixas estão instaladas nos municípios: Presidente Figueiredo; Humaitá, Boca do Acre, Parintins, Guajará e Manaus.
  • As barreiras volantes são colocadas em pontos estratégicos nos demais municípios.

          GTA – (Guia de Trânsito Animal)

  • O guia de trânsito animal é um documento emitido para provar a origem dos animais, bem como é um instrumento que serve de controle de circulação indispensável para todos os tipos de animais, (menos gato e cachorro) que irão ser transportados de lugar para lugar.
  • O GTA são emitidos pela ADAF onde cada espécie tem os seus requisitos específicos sanitários como exame ou vacina.
  • Para emissão da guia no caso dos Bovinos o proprietário tem de levar em mãos as comprovações das vacinas em dias no escritório da ADAF.

 

ULTIMO REGISTRO DE AFTOSA EM 2004

  • O ultimo caso de aftosa ocorreu em 10 de setembro de 2004 no município de Careiro da Várzea em uma propriedade. O vírus foi registrado em bovinos com idade entre 12 e 24 meses. A propriedade foi interditada.
  • O amazonas não registra a doença desde 2004. O Brasil não registra desde 2005, quando houve um caso no Paraná e outro no Mato Grosso do Sul.

 

PASTAGEM E CAPINEIRA

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