A reunião foi realizada no prédio da Secretaria de Produção Rural do Amazonas – SEPROR e contou com a presença de diversos gestores e colaboradores. O objetivo é a construção de um planejamento e o compartilhamento do que for elaborado para 2018. As temáticas abordadas são as prioridades para a Secretaria Executiva Adjunta de Política Agrícola, Pecuária e Florestal – SEAPAF, integrante do Sistema Sepror para o ano que entra. “Já sabemos da maioria das demandas dos nossos produtores. Em cima disso e também da previsão do nosso orçamento, foi feita a proposta de ações. Essa antecipação é fundamental para obtermos melhores resultados”, afirma Fernando Vieira, Secretário Adjunto da SEAPAF.

 

Mas além de saber o que os produtores precisam e quais as ações a serem desenvolvidas para fomentar o primeiro setor e ao mesmo tempo protege-lo, é preciso desenvolver as estratégias de como esse planejamento vai ser executado, levando-se em conta todas as exigências financeiras, de logística, de pessoal entre outros fatores. “O Brasil passa por um momento delicado financeiramente e o Amazonas também. No entanto, apesar disso, os trabalhos não podem ser prejudicados ou paralisados. Por isso estamos juntos com o corpo técnico da ADAF e de outras gerencias do Sistema, para que o setor primário continue recebendo o apoio necessário da nossa secretaria”, justificou Airton Schneider, Secretário Executivo da Sepror.

O responsável pela Secretaria de Pesca e Aquicultura – SEPA, Geraldo Bernardino, também participou da reunião. De acordo com ele o potencial amazonense para a produção de peixes tem se firmado como ótima opção econômica para os produtores amazonenses e consequentemente para o setor primário, que cresce ano a ano. “Os números positivos do setor não podem diminuir, por isso se faz necessário esse trabalho. Estamos colaborando com a SEAPAF e aprendendo, já que também precisamos construir nosso planejamento. Dentro das estruturas e dos trabalhos já desenvolvidos, mesmo com novas demandas e dificuldades, com planejamento, vamos manter a assistência técnicas aos trabalhadores do Setor Primário do Amazonas”, concluiu Bernardino.